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Finados, para a Terra, é o dia em que homenageamos o “Dia dos Mortos”. Quando, para o mundo espiritual, é o significado da liberdade do Espírito. Desprendimento da carne do corpo físico.
Se pudéssemos compreender, dessa forma, a Lei de Amor, a Lei mais perfeita vindo de Deus, pelo testemunho do Mestre Jesus, quanto em bênçãos levaríamos aos corações dos entes queridos que partem.
Toda essa situação, conforme se apresenta, deveria ser interpretada pelos que ficam, parentes ou amigos, como uma breve separação. A prece é a única oferenda aliada às lições contidas no O Evangelho segundo o Espiritismo, que traz conforto e a sensação da paz interior.
Deveríamos procurar entender, que a Misericórdia de Deus, une as criaturas no bálsamo santifi cante do núcleo familiar, para que os resgates se cumpram de maneira mais branda.
O reconhecimento e a gratidão devem se fazer presentes na hora defi nitiva da partida, para que essa transição, seja acompanhada pelos prepostos de Jesus.
Nesse ambiente, com o controle das emoções naturais do momento, poderá o ente amado ter o envolvimento fluídico de um “final feliz”, pois não
houveram queixas, cobranças, revoltas...
Apenas a dor da saudade!
As lágrimas misturam-se com a esperança do “novo porvir”, mas antes, as mentes que encarnadas evocam a presença dos bons espíritos, podem entrelaçar-se com as vibrações de sublimes vozes, que aromatizam
o ambiente com flores feitas de Amor!
Elielce
Finados!... Feliz do morto
Que encontra, pensando em casa,
Uma oração de esperança
À beira da cova rasa
Trova recebida pelo médium Francisco Cândido Xavier,
em 02.11.63, pelo espírito de Isolino Leal,
em Uberaba, na Comunhão Espírita Cristã,
Reformador, FEB, 1964.
fonte: www.espiritismoeluz.org.br
Revista " O Seareiro" 11 - 2004